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Resumo
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Introdução
Existem os momentos em que aluno e professor têm um encontro formal
para que aconteça uma atividade de ensino. Essa atividade de ensino
é um processo que pressupõe ao mesmo tempo a presença
do professor e a do aluno. No entanto, esse momento não precisa
ser necessariamente numa sala de aula, num ambiente escolar, pois chega
a ser muitas vezes satirizada e até criticada, uma vez que não
é o ambiente físico o mais importante.
A pós-modernidade, a globalização trouxe no seu bojo
as novas tecnologias, muito importantes e válidas, que não
substituem os atores da atividade de ensino, mas isto sim, transformam
o ambiente da sala de aula tradicional.
A atividade de ensino-aprendizagem, por ser um processo no qual ao mesmo
tempo em que o conhecimento é produzido pelo professor e pelo aluno,
ele é consumido pelo aluno e pelo professor, pois o professor ensina
e aprende, e o aluno aprende e ensina.
Vivemos hoje numa sociedade e numa economia marcadas pelo conhecimento,
que se vale da informática como o centro de armazenamento das informações.
Sendo assim, a relação professor-aluno no ato de aprender
e ensinar não pode estar desvinculada do processo de informática,
pois em todos os modelos de sala de aula é possível evidenciar
alguma tecnologia sendo acoplada à ação mediadora
desenvolvida pelo professor quando da produção e/ou construção
de conhecimento.
É imprescindível nesse processo, que deixemos de lado o
grande aporte da informática, ou seja, os aspectos mecânicos
ou automáticos que apenas registram e informam, mas ter consciência
de que o compromisso com a aprendizagem é fundamentalmente dos
atores do processo educativo, professor e aluno.
Recursos tecnológicos por si só não criam aprendizagens
significativas. Nesse estudo, fazemos uma análise da informática
educacional no Brasil, procurando enforcar a relação professor/tecnologia,
para a seguir trazer o contexto da era digital na escola, e enfim estabelecer
uma reflexão sobre a relação professor/aluno/conteúdo/TICs.
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