Resumo
Introdução
Revisitando um pouco da história da informática educativa no Brasil
O professor e as novas tecnologias
Referências

Introdução

Existem os momentos em que aluno e professor têm um encontro formal para que aconteça uma atividade de ensino. Essa atividade de ensino é um processo que pressupõe ao mesmo tempo a presença do professor e a do aluno. No entanto, esse momento não precisa ser necessariamente numa sala de aula, num ambiente escolar, pois chega a ser muitas vezes satirizada e até criticada, uma vez que não é o ambiente físico o mais importante.

A pós-modernidade, a globalização trouxe no seu bojo as novas tecnologias, muito importantes e válidas, que não substituem os atores da atividade de ensino, mas isto sim, transformam o ambiente da sala de aula tradicional.

A atividade de ensino-aprendizagem, por ser um processo no qual ao mesmo tempo em que o conhecimento é produzido pelo professor e pelo aluno, ele é consumido pelo aluno e pelo professor, pois o professor ensina e aprende, e o aluno aprende e ensina.

Vivemos hoje numa sociedade e numa economia marcadas pelo conhecimento, que se vale da informática como o centro de armazenamento das informações. Sendo assim, a relação professor-aluno no ato de aprender e ensinar não pode estar desvinculada do processo de informática, pois em todos os modelos de sala de aula é possível evidenciar alguma tecnologia sendo acoplada à ação mediadora desenvolvida pelo professor quando da produção e/ou construção de conhecimento.

É imprescindível nesse processo, que deixemos de lado o grande aporte da informática, ou seja, os aspectos mecânicos ou automáticos que apenas registram e informam, mas ter consciência de que o compromisso com a aprendizagem é fundamentalmente dos atores do processo educativo, professor e aluno.

Recursos tecnológicos por si só não criam aprendizagens significativas. Nesse estudo, fazemos uma análise da informática educacional no Brasil, procurando enforcar a relação professor/tecnologia, para a seguir trazer o contexto da era digital na escola, e enfim estabelecer uma reflexão sobre a relação professor/aluno/conteúdo/TICs.