Introdução

Equipe
Níveis
Metas
Projeto de pesquisa
Problema de pesquisa
Justificativa
Metodologia da Pesquisa

Nível Pedagógico
Processo de Intervenção
Instrumentos de pesquisa
Fases da Pesquisa

Nível Tecnológico
Construção das mídias
Avaliação processual das mídias
Resultados Preliminares do Processo
Depoimento dos Alunos envolvidos na pesquisa
Conclusões Preliminares

Marco Teórico
Paradigmas da ciência
Desafios da ciência para o século XXI
Sociedade do Conhecimento
Grande Encontro das Eras Oral, Escrita e Digital
Os quatro pilares para a aprendizagem
Visões para o século XXI
Paradigma Emergente
Prática pedagógica num paradigma emergente
Proposiçõe Relevantes em Ambientes Educativos
Foco
Professor
Aluno
Metodologia
Avaliação
Tecnologia Interativa
Paradigma Emergente baseado em Projetos

Aprendizagem Colaborativa (AC)
Introdução
Colaboração ou Cooperação?
Uma Proposta
Fazendo Aprendizagem Colaborativa (AC)
Planejamento para a sala de aula
Avaliação da Aprendizagem
O Ambiente de Sala de Aula
Grupos

Referências Bibliográficas
Créditos
Desafios da ciência para o século XXI

Existe a necessidade urgente para a superação do paradigma conservador que caracterizou a sociedade do século XIX e grande parte do século XX denominado como “Sociedade de Produção em Massa”.
    

Na superação do paradigma conservador (i.e., o paradigma da Ciência baseado no pensamento newtoniano-cartesiano), o professor e os alunos precisam ultrapassar os seguintes pressupostos que o caracterizaram:


O pensamento newtoniano-cartesiano – este paradigma organizou o conhecimento de forma fragmentada. Os conteúdos foram divididos em partes e ficaram desconectados, comprometendo por sua vez a visão do todo.

Ver figuras: A B

Fragmentação – o todo dividido em partes se fragmenta de tal maneira que não se consegue visualizá-lo e percebê-lo. Ao se procurar a reaproximação das partes fragmentadas encontramos um todo disforme que dificulta a compreensão da totalidade.

Ver figuras: C D

Influência da Revolução Industrial – esta revolução influenciou as atividades industriais modernas, que apresentam altos níveis de mecanização e automação, assim como uma divisão técnica do trabalho. Se por um lado levou ao desenvolvimento tecnológico que programou linhas de montagem e facilitou a produção em série, por outro comprometeu a visão de homem a partir do trabalho repetitivo e acrítico na produção em massa. Este último contagiou a Educação em geral e a prática pedagógica em sala de aula.

Ver figuras: E F G

Visão mecanicista – a pessoa numa visão mecanicista e reducionista atua em atividades repetitivas sem atitude crítica, como se não necessitasse olhar para aquilo que faz, restringindo-se à reprodução do conhecimento chegando a repetir ações sem aprendê-las ou sem atingir as compreensões necessárias para a produção do conhecimento.

Ver figura: H